Mostrando postagens com marcador depressão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador depressão. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Reflexologia Podal e Depressão




Embora a depressão as vezes seja desencadeada por um motivo justo, ela geralmente entra na vida da pessoa sem avisar. Uma pessoa se expressou assim: "De repente, uma densa nuvem de tristeza cobre sua vida sem razão aparente. Não morreu ninguém conhecido e não aconteceu nenhuma tragédia. Mesmo assim, você se sente arrasado e sem vontade de fazer nada. E não há o que faça essa nuvem desaparecer. Você fica sobrecarregado com sentimentos de desespero e não sabe por quê."



É recomendável procurar um diagnóstico e tratamento médico, mas as vezes mesmo assim á difícil reverter o quadro.


Hoje ouvimos falar cada vez mais de reflexologia através dos meios de comunicação. Muitas vezes inclusive confunde-se a reflexologia podal como sendo uma massagem relaxante nos pés. Mesmo tal técnica trás benefícios. Mas o maior benefício desta ciência vai além; por pressionar os pontos certos da forma correta, atinge-se de maneira muito mais precisa e objetiva, bons resultados.


Existem inúmeros casos de pessoas com depressão que foram ajudadas a recobrar seu equilíbrio emocional através da reflexologia podal.

Na reflexologia é necessário primeiro fazer uma avaliação física, emocional e traumática através dos pés, para depois determinar os pontos reflexos que serão trabalhados e daí usar o estímulo de forma eficiente. Mesmo que o cliente não consiga explicar o que sente, o pé, atavés dos pontos reflexos e outras características, revela o estado físico e emocional da pessoa.

Este método é assim um instrumento eficiente para avaliar e depois ajudar a restabelecer o delicado equilíbrio do organismo, chamado de homeostase.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Reflexologia e Distimia


Os traços essenciais da distimia são o estado depressivo leve e prolongado, além de outros sintomas comumente presentes. Pelos critérios norte americanos são necessários dois anos de período continuo predominantemente depressivo para os adultos e um ano para as crianças sendo que para elas o humor pode ser irritável ao invés de depressivo.

Para o diagnostico da distimia é necessário antes excluir fases de exaltação do humor como a mania ou a hipomania, assim como a depressão maior. Causas externas também anulam o diagnostico como as depressões causadas por substancias exógenas. Durante essa fase de dois anos o paciente não deverá ter passado por um período superior a dois meses sem os sintomas depressivos. Para preencher o diagnóstico de depressão os pacientes além do sentimento de tristeza prolongado precisam apresentar dois dos seguintes sintomas:

• Falta de apetite ou apetite em excesso
• Insônia ou hipersonia
• Falta de energia ou fadiga
• Baixa da auto-estima
• Dificuldade de concentrar-se ou tomar decisões
• Sentimento de falta de presença

Característica associadas
Estudos mostram que o sentimento de inadequação desconforto é muito comum, a generalizada perda de prazer ou interesse também, e o isolamento social manifestado por querer ficar só em casa, sem receber visitas ou atender, e o isolamento social manifestado por querer ficar só em casa, sem receber visitas ou atender o telefone nas fases piores são constantes. Esses pacientes reconhecem sua inconveniência quanto à rejeição social, mas não conseguem controlar. Geralmente os parentes exigem dos pacientes uma mudança positiva, mas isso não é possível para quem está deprimido, não pelas próprias forças. A irritabilidade com tudo e impaciência são sintomas freqüentes e incomodam ao próprio paciente. A capacidade produtiva fica prejudicada bem como a agilidade mental. Assim como na depressão, na distimia também há alteração do apetite, do sono e menos freqüentemente da psicomotricidade.

O fato de uma pessoa ter distimia não impede que ela desenvolva depressão: nesses casos denominamos a ocorrência de depressão dupla e quando acontece o paciente procura muitas vezes pela primeira vez o psiquiatra. Como a distimia não é suficiente para impedir o rendimento, apenas prejudicando-o, as pessoas não costumam ir ao médico, mas quando não conseguem fazer mais nada direito, vão ao medico e descobrem que tem distimia também.
Os pacientes que sofreram de distimia desde a infância ou adolescência tendem a acreditar que esse estado de humos é natural deles, faz parte do seu jeito de ser e por isso não procuram um medico, afinal, conseguem viver quase normalmente.

Idade
O inicio da distimia pode ocorrer na infância caracterizando-a por uma fase anormal. O próprio paciente descreve-se como uma criança diferente, brigona, mal humorada e sempre rejeitada pelos coleguinhas. Nessa fase a incidência se dá igualmente em ambos os sexos. A distimia é subdividida em precoce e tardia, precoce quando iniciada antes dos 21 anos de idade e partia após isso. Os estudos até o momento mostram que o tipo precoce é mais freqüente que o tardio. Por outro lado estudos com pessoas acima de 60 anos de idade mostram que a prevalência da distimia nessa faixa etária é alta, sendo maior nas mulheres. Os homens apresentam uma freqüência de 17% de distimia enquanto as mulheres apresentam uma prevalência de 23%. Outros estudos também com pessoas acima de 60 anos de idade mostrou que a idade média de inicio da distimia foi de 55 anos de idade e o tempo médio de duração da distimia de 12 anos.

A comparação da distimia, os sintomas mais comuns são basicamente os mesmos. Os mais velhos apresentaram mais queixas físicas, enquanto os mais novos apresentam mais queixas mentais.

Curso
A distimia começa sempre de forma muito gradual, nem um psiquiatra poderá ter certeza se um paciente está ou não adquirindo distimia. O diagnostico preciso só pode ser feito depois que o problema está instalado. O próprio paciente tem dificuldade para determinar quando seu problema começou a imprecisão gira em torno de meses a anos. Como na maioria das vezes a distimia começa no inicio da idade adulta a maioriados pacientes tende a julgar que seu problema é constitucional, ou seja, faz parte do seu ser e não que possa ser um transtorno mental, tratável. Os estudos e os livros não falam a respeito de remissão espontânea. Isso tanto é devido a poucas pesquisas na área, como a provável não remissão. Por enquanto as informações nos levam a crer que a distimia tenda a permanecer indefinidamente nos pacientes quando não tratada.

Tratamento
Os tratamentos com antidepressivos tricíclicos nunca se mostraram satisfatórios, as novas gerações, no entanto, vem apresentando melhores resultados no uso prolongado. Os relatos mais freqüentes são de sucesso no uso da fluoxetina, sertralina, paroxetina emirtazapina.

A Reflexoterapia atuará junto com os medicamentos, fazendo com que eles tenham um resultado melhor, e também equilibrando o sono, o apetite, a auto-estima, a concentração, etc.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Reflexologia - Conte com este alívio


Segundo a medicina chinesa, cada sentimento mexe com um órgão vital e, se for intenso ou vivido por um período prolongado, pode até comprometer a saúde. “A raiva vai direto ao fígado, o medo atinge os rins, a preocupação, a vesícula, a tristeza, o pulmão, e a ansiedade, o coração”.

Ao massagear seus pés nas áreas correspondentes a esses órgãos (indicadas a baixo), você também dissolve essas emoções e ganha tranqüilidade.

Veja abaixo os toques certos para aliviar ou prevenir males relacionados ao corpo e às emoções.


• Estresse – Já que ele não é uma doença, mas um conjunto de sintomas, o ideal é massagear os pés por inteiro, especialmente na área reflexa da coluna, que costuma doer muito quando estamos estressados.
• Insônia – Massageie a lateral externa dos pés, desde o calcâneo até o quinto dedo. Isso ajuda a desligar o carrossel de pensamentos que não deixa você dormir.
• Cansaço – Região central dos pés, relacionada a estômago, rins e intestino e ao bom fluxo de energia.
• Depressão – Área correspondente aos pulmões e ao intestino grosso.
•Ansiedade – Se a ansiedade for do tipo coronário, que vem acompanhada de uma dificuldade de pensar e agir, massageie a região central dos pés, relacionada ao plexo solar. Se for causada por estados depressivos ou tristeza prolongada, massageie a área dos pulmões e do intestino grosso.
• TPM – Dê atenção especial à região de rins, baço e pâncreas, ligada à satisfação e à alegria de viver.

Sempre que sentir necessidade de relaxar, não hesite e massageie os pés. Além da pressão dos dedos, vale pisar sobre uma bolinha de tênis ou bambu, usar massageador elétrico ou de madeira. A massagem não precisa ser demorada: cinco minutos por dia são suficientes para relaxar e despertar sensações boas. Andar descalço sempre que possível é outra ótima pedida, especialmente na areia.

ATENÇÃO!
• Grávidas ou doentes crônicos devem perguntar ao médico se não há contra-indicações na prática regular da automassagem.
• Caso algum ponto dos pés apresente dor insuportável, o melhor é interromper a massagem e investigar com médicos ou terapeutas corporais a causa da dor.