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sexta-feira, 23 de setembro de 2011



História da Reflexologia

Há 5 000 anos, os chineses já praticavam várias formas de terapias de pressão e tais métodos certamente incluíam uma maneira de atuar sobre os pés, semelhante á atual Reflexologia. Uma antiga tumba escavada em Saqqara, datada de 2 330 a.C, indica que os antigos egípcios conheciam um método de tratamento semelhante.

Sabe-se que métodos similares também eram praticados na Índia e no Japão.
Algumas tribos de índios norte-americanos (em especial índios Cherokee) usavam uma versão de terapias na sola dos pés desde o século XVII e continuam a aplicá-la até hoje como parte de seu ritual de cura.

Em 1582, um livro europeu sobre Terapia Zonal foi publicado pelos médicos Dr. Adamus e Dr. A’ tatis. Mas a base científica dos estudos dos reflexos tem sua origem nas pesquisas neurológicas realizadas na década de 1980 por Sir Henri Head, de Londres.
Em 1898, foi descoberta a existência de zonas de pele que se tornavam hipersensíveis á pressão quando um órgão ligado por nervos a certas regiões da pele apresentava alguma doença. Após anos de pesquisas clínicas, foi comprovada a existência daquilo que se tornaria conhecido como as “Zonas de Head” ou “Zonas de Hiperalgesia.”.

As pesquisas russas sobre reflexos começam a partir de uma perspectiva psicológica. Psicólogos liderados por Vladimir Bekhterev, fundador do Instituto Cerebral de Leningrado, aceitaram o desafio e atacaram-no através do estudo dos reflexos. Ivan Pavlov desenvolveu a teoria dos reflexos condicionados, uma relação simples e direta entre estímulo e uma resposta. Ele descobriu que qualquer estímulo pode funcionar como um estímulo condicionado para produzir uma resposta condicionada.

Ao que parece o Dr. Alfons Cornelius foi o primeiro a aplicar a massagem nas zonas reflexas. Segundo consta, em 1893, Cornelius sofreu uma infecção e, durante sua convalescença, recebeu massagem diária, passando a perceber o quanto era eficaz a massagem. Depois de examinar a si mesmo, determinou a seu massagista que trabalhasse apenas nas áreas dolorosas. Constatou que as dores desapareceram rapidamente e, em quatro semanas, estava completamente recuperado. Em 1902, publicou o manuscrito “Druckpunte” ou “Pontos de Pressão: Origem e Significado”.

Os europeus expandiram, assim, a pesquisa, mas o crédito de evidenciar a Reflexologia no mapa das Zonas Reflexas dos pés deve-se aos norte-americanos.

A Reflexologia é uma arte suave, uma ciência fascinante e uma forma eficaz de massagem terapêutica que conquistou um lugar de destaque no campo da medicina complementar. Ela é uma ciência porque se baseia no estudo fisiológico e neurológico, sendo também uma arte porque muitos dos procedimentos dependem da habilidade com que o terapeuta aplica seu conhecimento e da dinâmica que ocorrem entre o clínico e o beneficiário.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Breve História da Reflexologia

A Reflexologia surgiu na China há mais de 5000 anos, dentro de um contexto único de busca do equilíbrio integral, “holístico”, completamente diferente do que é conhecido hoje no Ocidente e no Brasil principalmente.Essa técnica natural de harmonia pelos reflexos, baseada no desenho imaginário do corpo nos pés passou a ser mais conhecida no Ocidente depois da publicação do livro “História que os pés contam através da reflexologia”, de Eunice D. Ingham, que mais tarde passou a ser conhecido como o “método Ingham”. Para a cultura milenar chinesa, os pés refletem todos os órgãos e sistemas do corpo humano, de forma que através da Reflexologia Podal é possível harmonizar o corpo e como conseqüência a mente.

A Reflexologia Podal é uma das ramificações da Medicina Tradicional Chinesa (TMC) e está baseada na divisão do corpo humano em meridianos, os chamados Rios do Chi . Como uma rede telefônica, os meridianos estão atrelados a todos os sistemas do corpo como mantenedores do energia vital, Chi. Os desequilíbrios se estabelecem quando há bloqueios à circulação harmônica da energia vital. Com o andamento da terapia acontece a limpeza e a desobstrução dos canais, fazendo com que a pessoa volte ao estado harmônico e saudável. De acordo com a professora Bernadete Lima, em seu livro Iniciação à Reflexologia Podal Energética, “A energia Chi flui no organismo através de cinco níveis de profundidade conhecidos, a saber:

1 – Mais profundo, localiza-se dentro dos ossos/medula óssea;
2 – Localiza-se nos músculos;
3 - Localiza-se nos vasos sanguíneos e linfáticos;
4 – Localiza-se na gordura/região subcutânea;
5 – Localiza-se na superfície da pele, contínuo com a aura do corpo”.

Como se dá o bloqueio nesses níveis? Pelo estilo de vida que a pessoa leva, pelo meio- ambiente onde vive e trabalho ou simplesmente onde passa a maior parte do tempo, pela herança genética e acima de tudo pelos maus hábitos (vícios, compulsão alimentar, etc). Muita gente não dá muita atenção aos pés mas são neles que nascem o três meridianos Yin responsáveis pelo baço-pâncreas, fígado e rim e terminam os três meridianos Yang responsáveis pela bexiga, vesícula biliar e estômago. Na Reflexologia Podal utiliza-se a aplicação digital nos pontos-reflexos do mapa do pé, ou acupressura.

Qualquer pessoa pode se submeter a essa terapia, que pode ser um excelente coadjuvante nos tratamentos médicos tradicionais ocidentais, com seus medicamentos cheios de contra-indicações. O tratamento mínimo ideal é de 10 sessões.

Alguns benefícios da Reflexologia Podal: relaxa os tecidos, músculos, tendões, nervos, facilitando o fluxo energético; ativa a distribuição de oxigênio e nutrientes no corpo; Favorece a expulsão de resíduos e toxinas do sangue e linfas; aponta as zonas congestionadas através da definição do meridiano predominante; proporciona a libertação dos sentimentos contidos nos músculos e órgãos contraídos; reforça o sistema imunológico; combate e reduz o estresse; aumenta a produção de endorfinas, encefalinas e serotoninas, substâncias que combatem a dor e induzem ao relaxamento, que provoca o bem-estar.

A Reflexologia é um excelente antídoto do estresse, como a massagem profissional, Reiki e as demais terapias orientais. É importante que se faça reflexologia com um terapeuta bem treinado. É bom lembrar que os pés são a conexão com a Terra, o chão, a firmeza, a relação com o pai. A natureza privilegiou o pé e nele deposita todo o mapa do se humano para assim facilitar a conexão com a saúde.


Por: José Joacir dos Santos

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

O bem-estar reconquistado de modo 100% natural Com a Reflexologia dos Pés



Segundo o método original de Eunice Ingham, a Reflexologia é uma técnica específica de massagem aplicada a determinadas áreas dos pés que permite a recuperação gradativa do bem-estar. Com este método pode-se aliviar os mais variados sintomas, desde aqueles como dores musculares, enxaquecas, problemas digestivos, alérgicos, sexuais, relativos à menopausa, até aqueles de ordem emocional como as depressões, ansiedades, etc.

Como é aplicada?De modo muito simples: o cliente se recosta confortavelmente e o terapeuta aplica, com suas próprias mãos (sem a utilização de qualquer instrumento) a massagem terapêutica em seus pés.

Mas qual a relação entre os pés e a sua saúde?Nos pés encontram-se áreas que refletem todos os órgãos e glândulas do seu corpo. Cada pessoa é um Ser Especial e possui seus próprios problemas... Portanto para cada pessoa, segundo o seu problema, é feita uma seleção das áreas reflexas que devem ser manipuladas.

Atenção
*A Reflexologia deve ser utilizada como tratamento de apoio. Seus resultados com freqüência são surpreendentes mas nunca substitua o seu médico por Ela, a não ser que ele (o seu próprio médico) assim a aconselhe.

A massagem reflexológica ativa o mecanismo de cura que existe no interior de cada um de nós; o seu efeito é cumulativo, ou seja, a cada nova sessão reforça-se a sensação de bem-estar físico e de paz interior, comprovando assim a sua eficácia.

Reflexologia dos Pés
Já se sabe que, há milênios, povos como o do Antigo Egito utilizavam a massagem nos pés com o objetivo de recuperar a saúde, como também os chineses, índios americanos e outros mais.

Com o passar do tempo, a eficácia desta prática serviu de estímulo a vários pesquisadores em compreender a Reflexologia sob um ponto de vista Ocidental.

No Ocidente, ainda no início do século, o Dr. William Fitzgerald, médico em Londres, descobriu que o corpo possui 10 zonas de energia (meridianos) que partem da coroa da cabeça e vão até as extremidades dos dedos dos pés e das mãos, sistematizando dez zonas energéticas e considerando, inclusive, os respectivos órgãos contidos nestas zonas. Mais tarde, a massagista Eunice Inghan (1930), Nova York, desenvolveu um tipo de massagem com pressões puntiformes sobre os pés. De acordo com o princípio de que a parte contém o todo, ao observar os pés (planta, dorso e 10 cm sobre o tornozelo) e suas zonas energéticas, foi possível projetar de modo análogo, sobre eles, todo o corpo e determinar assim a área reflexa de cada órgão, glândula etc.

Através do exame visual e do tátil do pé é possível identificar as áreas onde se produz um processo energético alterado, ou melhor, onde há indícios de excesso ou deficiência de energia e definir desta maneira o procedimento terapêutico que deverá estimular o organismo a utilizar a sua força curativa de modo adequado.

Esta terapia possui também um caráter preventivo, já que se pode detectar no pés, por considerá-lo um lugar de alarme, um desequilíbrio energético antes de que surjam os primeiros sintomas de uma determinada enfermidade.

Muitas moléstias resultam da tensão emocional vivida pelo homem de hoje e a seus hábitos prejudiciais, à alimentação insana, à pressão sofrida pelo meio em que vive, aos acontecimentos traumáticos e até mesmo a seus sapatos (verdadeiras caixas demasiadamente ajustadas que impossibilitam o movimento livre dos pés pressionando áreas reflexas, inadequadamente) etc.

O estado de tensão duradouro ou súbito e intenso (como a perda de um ser querido, por exemplo) pode resultar em novas pautas de comportamento na tentativa do indivíduo de adaptar-se às novas circunstâncias. Quando estas experiências não são intimamente superadas, o que poderia ser um desequilíbrio energético momentâneo pode tornar-se crônico ao longo de alguns meses ou anos e resultar desta maneira em diversas enfermidades. Ataques intensivos de medo, por exemplo, segundo Avi Grinberg, fundador do Centro de Estudos Alternativos de Haifa, Israel, pode criar um desequilíbrio tal que, com o tempo, poderá interferir no corpo físico, neste caso, no pâncreas e, mais tarde, favorecer ao surgimento da diabetes. Alguns reflexologistas, como por exemplo Josefina Miralles, Espanha, acrescenta ainda a importância de que o enfermo se submeta, sob a orientação do seu médico, a uma nova análise de sangue ao término da segunda ou terceira sessão de Reflexologia, a fim de que se comprove uma sensível melhora.

Além das mãos do terapeuta que são as suas mais importantes ferramentas de trabalho pois massageará metodicamente os pés do seu paciente, gosto de acrescentar que a comunicação entre paciente-terapeuta enriquece as sessões de maneira incomensurável já que podem "intercambiar" informações muito importantes para o tratamento. É importante frisar que esta terapia trata do indivíduo em sua totalidade (corpo e mente) e que, consequentemente, conquista o alívio de sintomas diversos como dores em geral, problemas alérgicos, circulatórios, digestivos, sexuais, os de ordem emocional (ansiedade, stress, depressão, por exemplo), os relacionados à menopausa e outros.

Para os atletas, a Reflexologia permite o alívio da ansiedade, resultando em maior força física e melhor equilíbrio, (fatores estes muito importantes nas práticas competitivas), auxilia o corpo a recuperar-se dos desgastes musculares, além de aliviar a tensão acumulada ao final de cada conquista.

No que se refere à pele, sob o ponto de vista estético, observa-se ao término de cada sessão um alívio das olheiras e bolsas abaixo dos olhos, o desaparecimento dos sinais de cansaço e das rugas de expressão, diminuição da queda de cabelo e o resplandecer da pele e, com a continuidade do tratamento, contribui à diminuição da celulite e à perda de peso.

Dos muitos pesquisadores envolvidos com a Reflexologia, o Dr. Pavlov, célebre fisiólogo russo, foi o primeiro a introduzir o conceito de "reação global do organismo" diante da resposta a determinados estímulos externos ou internos através do Sistema Nervoso Central.

Outros médicos, a medida que pesquisavam, também concluíram que as relações entre a superfície e o interior do organismo se produziam em ambas as direções, quer dizer, do exterior ao interior e vice-versa. O inglês Dr. Head e o médico canadense Dr. Mackenzie observaram também que, com freqüência, se produziam reações em zonas vizinhas ao correspondente segmento, e explicavam o fato com a participação do Sistema Nervoso Vegetativo através de suas fibras nervosas na transmissão de estímulos cuti-viscerais. Apesar da não comprovação destes efeitos por parte da Medicina Tradicional, no que se refere a Reflexologia, os efeitos podem ser observados por aqueles que se submetem à esta terapia.

Segundo Frederic Viñas, médico e pioneiro da Reflexologia na Espanha, é o sistema nervoso, como órgão de comunicação, coordenação e regularização das diferentes estruturas e funções do organismo, que permite a aparição de múltiplas reações reflexas em nosso corpo.

Ou seja, poderíamos comparar o Sistema Nervoso à rede elétrica de uma casa já que o seu bom estado é fundamental a um perfeito funcionamento de todo o corpo.

A Reflexologia dos Pés pode provocar, com o estímulo das áreas que indicam um desequilíbrio energético, entre outras, reações com sintomas típicos, como um indicativo de que o organismo utiliza sua energia vital para resistir e livrar-se dos seus padecimentos. Estas respostas desejáveis podem servir-se de vários órgãos na tentativa do organismo de eliminar toxinas. Com freqüência ocorrem as seguintes reações: processos de eliminação, cansaço relaxante, sono reparador, suor mais intenso, etc. Estas reações são passageiras e significam que o processo de melhoria da saúde já foi iniciado, ou seja, que o organismo responde aos estímulos e começa a combater a enfermidade.

Como é possível observar, podemos encontrar na Reflexologia um tratamento simples, confortável, eficaz e 100% natural de reconquistar, gradativamente, o bem-estar físico e mental há muito tempo esquecido.

 Autora Leila L.S.C.Carneiro, pioneira da Reflexologia Podal em Porto Alegre
Fonte: www.via-rs.net

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Historia da reflexologia


Historia Antiga 2500 AC - 1850 DC Egito > Índia > China > Europa

Não pode ser atribuída a nenhuma cultura específica a "descoberta" da REFLEXOLOGIA. Sabe-se que diversos povos utilizaram diferentes formas de trabalho nos pés e a relação entre os pés e os órgãos internos do corpo era conhecida pelas antigas civilizações. A mais antiga documentação que se tem notícia é proveniente do Egito. Eles eram grandes estudantes do corpo humano. Isto ficou registrado pelos artistas da época nas inscrições dos túmulos e nos murais.

A origem da Reflexologia, ou da terapia por zonas, como se chamava, ainda é um mistério. O Dr. William Fitzgerald diz no seu livro Zone 11 Jerapy que "a forma de tratamento por meio dos pontos de pressão já era conhecida na Índia e na China há mais de 2000 anos. Porém, este conhecimento parece ter-se perdido ou esquecido há muito tempo. Talvez fosse posto de lado em favor da acupuntura, que surgiu como um rebento mais forte da mesma raiz". Entretanto, esta suposição não se comprova, este conhecimento está preservado na China na massagem Tui Na, na Índia pela massagem Ayurveda, e no Japão pelo Shiatsu.

Outra suposição é a de que teve origem no Egito. Isto é sugerido por um desenho encontrado num túmulo egípcio com data de 2330 a.C. Este desenho (D1) mostra quatro pessoas, uma delas sendo tratada com uma massagem aos pés, e uma outra, com uma massagem às mãos. Outros atribuem a sua origem aos Incas, povo pertencente a uma civilização peruana muito antiga, remontando, possivelmente a 3000 a.C. Diz-se que estes passaram o conhecimento da terapia por zonas aos índios norte-americanos, que ainda hoje usam esta forma de tratamento.

Depois disso os monges budistas provenientes da Índia trouxeram para a China os seus conhecimentos de "observação dos pés e tratamento dos nervos do pé".

Na Europa do Séc. XV uma forma de REFLEXOLOGIA era praticada. Era a chamada "terapia de zonas", que visava ao alívio da dor e do cansaço através de pressão aplicada em zonas do corpo.




Historia Moderna 1850 - 1962
Os britânicos fizeram grandes descobertas sobre a ação reflexa. · Os alemães se especializaram no tratamento de doenças com massagens, técnicas conhecidas como "Massagem reflexa".

Os soviéticos desenvolveram os seus trabalhos na teoria de reflexos condicionados a um enfoque psicológico.

Os Índios americanos já conheciam e usavam a massagem de zonas reflexas. Um Índio cherokee vê o pé da seguinte forma: "Seus pés caminham sobre a terra e através deles o seu espírito se une ao universo. Os nossos pés são o nosso contato com a terra e com as energias que fluem através dela".

Um otorrinolaringologista americano, o Dr. William Fitzgerald, desenvolveu a teoria de que o corpo pode ser dividido em linhas ou zonas longitudinais. · A partir deste trabalho outro médico, o Dr. Joseph Shelby Riley desenvolvendo esta prática fez diagramas e desenhos detalhados de pontos reflexos localizados nos pés. · No início de 1930, Eunice Ingham, como assistente de Riley, separou os trabalhos sobre reflexos nos pés dos trabalhos de zonas em geral.

Eunice deveria ser considerada a mãe da Moderna REFLEXOLOGIA. Ela usou a terapia por zonas em seu trabalho, mas sentiu que os pés deveriam ser os alvos específicos da terapia, devido a sua natureza altamente sensível. Ela mapeou os pés em relação às zonas e seus efeitos sobre o restante da anatomia até chegar a produzir nos próprios pés um "mapa" de todo o corpo. O seu trabalho foi tão bem sucedido que sua fama disseminou-se e ela agora é conhecida como fundadora da REFLEXOLOGIA de pés. Eunice faleceu em 1974 após ter devotado 40 anos de sua vida à REFLEXOLOGIA. Escreveu dois livros: "Histórias que os pés podem contar" e "Histórias que os pés contaram".

O que sabemos ao certo é que a terapia por zonas era usada no século XVI. Cellini (1500-1571), grande escultor florentino, exerceu, segundo se diz, uma forte pressão nos dedos das mãos e dos pés para aliviar a dor do corpo, com aparente êxito. Do presidente americano James Abram Garfield (1831-1881), que foi vítima de uma tentativa de assassinato, diz-se ter aliviado a dor exercendo pressão em vários pontos dos pés. Durante o século XVI, vários livros sobre a terapia por zonas foram publicados na Europa. Um deles foi escrito pelos Drs. Adamus e Atatis. Pouco tempo depois de ter aparecido no mercado, um outro livro semelhante foi publicado pelo Dr. Ball em Leipzig.

O início da Reflexologia, tal como a conhecemos hoje, deve-se ao Dr. William Fitzgerald. Nascido em 1872 e licenciado em medicina na universidade de Vermont, EUA, em 1895, exerceu medicina em hospitais de Viena, Paris e Londres, especializou-se em otorrinolaringologia e estabeleceu-se em Connecticut. Enquanto trabalhava em Viena, estudou a obra do Dr. H. Bresslar, que investigara a ligação entre os pontos de pressão nos pés e os órgãos internos do corpo e publicou os resultados dessa pesquisa num livro intitulado Zone Tberapy. Curiosamente, o Dr. Bresslar refere no seu livro que a massagem terapêutica dos pés era praticada no século XIV.

Na América latina a ZONOTERAPIA e em seguida a REFLEXOLOGIA, foram trazidas a princípio ao Paraguai pela missionária Margarida Gootaht, que após tratar a esposa do próprio presidente do Paraguai, passou a ensinar no instituto CONARAS, em Assuncion/Paraguay.

No Brasil, foi criada a ABRT (Associação Brasileira de Reflexologia e Terapias Afins), que vem desenvolvendo, através de seu fundador Érik Motta Pereira[1], um trabalho não só de divulgação, mas também como produzindo estudo e pesquisa o que coloca nosso país em situação de destaque junto a comunidade internacional.

A REFLEXOLOGIA atualmente é conhecida e utilizada em mais de 20 países representados por suas associações.