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quinta-feira, 23 de junho de 2011

Imunidade em baixa explica micoses a verrugas nos pés, fuja delas!





Comemore: você está livre dos saltos por toda a vida - afinal, até hoje, nem os estilistas mais ousados sonharam em criar modelos de sapatos masculinos com o aditivo matador na sola.



Festejou? Agora, chega. "Os homens são as maiores vítimas de micoses nos pés", afirma a dermatologista Carla Pecora. "Isso porque eles passam a maior parte do tempo com calçados fechados". Oh, yes: seus pisantes não estão completamente a salvo e, se você quer preservá-los, é melhor tomar alguns cuidados.



Causadas por fungos, as micoses provocam coceira, irritação e podem deixar a pele bem mais sensível. Ardência e dor são mais sensações possíveis. "Os microorganismos se instalam primeiro na unha, que começa a esfarelar. Isso porque ela é composta por queratina, substância digerida por eles", explica a podóloga e coordenadora técnica da Rede Doctor Feet, Cristina Lopes. "Se o problema não for tratado, no entanto, pode evoluir para outras unhas e para a pele".

A transmissão acontece pelo contato com objetos contaminados ou por meio do toque direto com a micose. "Mas só quando a resistência está baixa, por causa de estresse ou má alimentação, por exemplo", completa a podóloga.



Assim como os fungos, os vírus são agentes oportunistas, ou seja, só conseguem te derrubar quando seu sistema imunológico está debilitado. E são eles os responsáveis por um inconveniente que transforma qualquer caminhada num suplício.



A verruga plantar, popularmente conhecida como olho-de-peixe, é causada por uma variação do vírus HPV (o mesmo que, nas mulheres, pode levar ao câncer no colo do útero). Só não confunda: a verruga pode afetar você, também.


O contágio, nesse caso, acontece pela pele - não pela circulação sangüínea. "O vírus coloniza a epiderme e se multiplica junto com as células dessa região", diz a dermatologista da Unifesp. Para tratar a verruga, os especialistas usam ácidos ou cauterizações elétricas. "Em média, seis sessões resolvem o problema", afirma Cristina.

Como nas micoses, o contágio acontece por contato direto e em situações de baixa imunidade. Para evitar tudo isso, a receita é simples: secar bem os pés após o banho (com atenção especial para o espaço entre os dedos), dar preferência às meias de algodão (que absorvem o suor) e passar um talquinho antifúngico a cada troca de calçado. Unha na carne

Não, você também não está sozinho quando reclama daquela maldita unha encravada. O problema é bastante comum, principalmente em quem fica muito tempo usando calçados sociais - mais duros e apertados, no geral.

A dica para evitar o desconforto é dar preferência a modelos com o bico mais arredondado, que não deixem os dedos muitos comprimidos. "Mas os tênis também podem encravar as unhas. Por isso, é muito importante escolher um modelo adequado à pratica esportiva e num tamanho confortável", afirma Carla Pecora. "Em alguns casos, são formados até hematomas embaixo das unhas e precisamos removê-los no consultório para aliviar a dor do paciente".

Contra o chulé, característica queima-filme de alcance quase irreversível, uma novidade: as palmilhas de fibras naturais. Diferente dos talcos, que empapam a meia de quem transpira demais, esses acessórios sugam o suor e atrapalham a vida dos fungos que insistem em se instalar entre os dedos, provocando a catinga - e as micoses. Se você ainda não se convenceu, Cristina ainda lembra um bônus dessas palmilhas: meio enrugadinhas, elas passam o dia massageando a sola dos pés.

Por que nascem os calos?
Em forma de bolhas ou casquinhas, os calos surgem graças ao atrito muito forte entre uma região do pé e uma superfície áspera. Trata-se da forma encontrada pela pele de reagir à agressão. A exceção fica por conta dos calos que nascem na sola dos pés, normalmente resultantes de calçados mal escolhidos ou pisadas mal dadas, que forçam certas regiões a suportarem mais peso do que elas deveriam ou estão acostumadas.

sábado, 23 de abril de 2011

Óleo essencial de melaleuca


O óleo essencial de melaleuca, é um poderoso anti-séptico, fungicida, parasiticida, germicida, cicatrizante e pode ser utilizado contra quase todos os tipos de infecções.

Modo de uso em banhos, compressas, massagens, fricções, inalações, escalda-pés até mesmo puro sobre unha.

Óleo essencial de melaleuca é usado na podologia para tratamento de micose pingar 1 gota na unha 2 vezes ao dia .

Evita ocorrência de frieiras faça escalda-pés com 10 gotas de óleo de melaleuca numa colher de sal grosso, mergulhe os pés numa vasilha com agua por 10 minutos.

O óleo essencial de melaleuca é regenerador celular, devolve ao tecido sua estrutura original.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Casos de micose aumentam no verão


O verão - quando o tempo está realmente quente - tem tudo para ser agradável, não fosse a época crítica para o aparecimento das indesejáveis doenças de verão.

É na estação quente em que algumas patologias aparecem e incomodam quem não se cuida devidamente. O principal alvo das chamadas doenças de verão é a pele.

As altas temperaturas geram problemas como a micose de virilha. Isso se deve ao aumento do suor e o uso de roupas de banho molhadas durante muito tempo, com isso, a umidade local aumenta, favorecendo o crescimento de fungos nessa região.

“As micoses também podem atingir a pele, as unhas e os cabelos. Elas são causadas por fungos que se alimentam da queratina, substância presente nas três áreas citadas”, diz a dermatologista Ana Lúcia Recio, de São Paulo. Quando os fungos encontram condições favoráveis ao seu crescimento, como calor, umidade e imunidade baixa, eles se reproduzem e passam então a causar a doença.

Micose de unha

A famosa micose de unha pode ser contraída pelo solo, lava-pés de piscinas etc. Mas, o meio de infecção mais temido é através do uso de alicates e tesouras contaminados. Nesse caso, é importante ficar atento à esterilização e limpeza dos materiais usados nos salões de beleza. As unhas mais afetadas são às dos pés, pois o ambiente úmido, escuro e aquecido dentro dos sapatos e tênis favorece o seu crescimento. Portanto, no verão, valoriza-se o uso de sandálias e chinelos.

“Deixe sempre para ventilar o tênis usado no dia. No dia seguinte, prefira usar um outro par”, diz a dermatologista Ana Lúcia Recio. “Secar-se bem após os banhos e evitar ficar com roupas molhadas por muito tempo são boas atitudes também”, complementa.

A mesma opinião tem o presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia, Marcio Rutowitsch. Ele explica que “a micose é uma doença muito freqüente no verão porque o agente causal, um fungo, se encontra na superfície da pele. Assim, quando a pessoa se expõe ao sol, principalmente sem usar um fotoprotetor, o local onde se encontra o parasita não bronzeia, surgindo um contraste entre o local sadio (mais bronzeado) e a área doente (mais clara), e fica mais fácil fazer o diagnóstico. Por isso, a micose parece ser a principal doença de pele do verão, apesar de, na maioria das vezes, ela já estar na pessoa antes do verão se iniciar. Por outro lado, a freqüência dessa doença aumenta muito nestes meses.”

Para tratar, ele diz que “existem no mercado numerosos produtos antimicóticos de uso tópico (local), como cremes, loções e até mesmo sprays. Quando o diagnóstico é confirmado, o tratamento resolve o problema ao final de 10, 15 dias”. Quando ocorre em grandes áreas do corpo, porém, o especialista recomenda adicionar ao tratamento um antifúngico via oral.

Para evitar, a palavra médica é que “parece haver uma predisposição individual e genética à micose. Deste modo, algumas pessoas adquirem micose superficial e outras não.”

Fonte:
http://www1.uol.com.br/cyberdiet/colunas/040206_bel_micose.htm
Por Christianne Valente